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	<title>Nem toda a calma vem do silêncio &#8211; Tribo do Nó</title>
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		<title>Nem toda a calma vem do silêncio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Como descobri que criar com as mãos e cuidar dos pequenos rituais do dia a dia também é uma forma de estar presente.]]></description>
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<p></p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><em>Como descobri que criar com as mãos e cuidar dos pequenos rituais do dia a dia </em><br><em>também é uma forma de estar presente.</em></p>
</div>
</div>



<p></p>



<p>Quando me falavam que para abrandar precisava de aprender a respirar, ficar em silêncio e tentar não pensar em nada, parecia sempre demasiado para mim.</p>



<p>Sempre que tentava meditar, passava mais tempo a pensar se o estava a fazer &#8220;bem&#8221; do que propriamente a sentir a serenidade que tanto procurava.</p>



<p>Por isso, durante muito tempo pensei que a meditação simplesmente não era para mim.</p>



<p>Curiosamente, encontrava muito mais calma enquanto cozinhava, fazia pequenos projetos DIY ou organizava a casa.</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p><strong>Nem toda a gente encontra presença de olhos fechados. Algumas pessoas encontram-na de mãos ocupadas.</strong></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p>Foi na terapia que comecei a perceber uma coisa importante.</p>



<p>Tinha vivido demasiado tempo em piloto automático.</p>



<p>Quanto mais ocupada estava, mais sentia que era útil.</p>



<p>Quando o ritmo abrandou, deixei de saber quem era sem uma lista infinita de tarefas.</p>



<p>Parecia que não queria lidar comigo.</p>



<p>Aos poucos fui descobrindo que cuidar de mim não significava fazer grandes mudanças.</p>



<p>Significava aprender a estar presente.</p>



<p>Foi nessa altura que comecei a valorizar ainda mais os pequenos momentos do dia. Estar na cozinha, decorar a casa com pequenos projetos DIY ou até a minha rotina de skincare passaram a ser formas de regressar ao momento presente.</p>



<p>Sem saber, estava a descobrir aquilo a que hoje chamo de mindfulness ativo. Percebi que criar com as mãos libertava a minha cabeça.</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p><strong>Descobri que não precisava de aprender a parar. Precisava apenas de aprender a estar presente.</strong></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p>Foi desta descoberta que nasceu a Tribo do Nó.</p>



<p>Se também sentes que a meditação tradicional nunca fez muito sentido para ti, talvez possas experimentar começar por algo mais simples:</p>



<p>🌿 beber algo sem telemóvel.</p>



<p>🌿 caminhar durante dez minutos.</p>



<p>🌿 criar algo com as mãos.</p>



<p>Talvez desacelerar não signifique parar.</p>



<p>Talvez signifique estar verdadeiramente presente naquilo que estamos a fazer.</p>
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